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Treinamento de brigada de incêndio (NR-23): como evitar multas e garantir a conformidade do seu pessoal

  • Foto do escritor: Casa Castilho
    Casa Castilho
  • há 17 horas
  • 5 min de leitura

Você pode ter os sprinklers mais modernos do mercado e um sistema de hidrantes impecável, mas se no momento de um foco de incêndio os seus colaboradores entrarem em pânico ou não souberem operar uma válvula, o seu patrimônio estará em risco. Na segurança contra incêndio, a tecnologia e o fator humano precisam caminhar juntos.

 

Para empresas com áreas superiores a 750m², a formação de uma brigada não é apenas uma "boa prática", é uma exigência legal rigorosa prevista na NR-23 e nas instruções técnicas do Corpo de Bombeiros.

 

Neste artigo, vamos explorar como o treinamento de brigada de incêndio se tornou um pilar central do compliance empresarial e como evitar que ele seja apenas um "certificado na parede" para se tornar uma defesa real contra tragédias.


O que a NR-23 e a legislação exigem?


A Norma Regulamentadora nº 23 (NR-23) é clara: todas as empresas devem adotar medidas de prevenção contra incêndios, o que inclui o treinamento de pessoas para o uso de equipamentos de combate e procedimentos de evacuação.

 

No entanto, a complexidade aumenta quando olhamos para as Instruções Técnicas (ITs) estaduais. Elas definem o dimensionamento da brigada:

●     Quantidade de brigadistas: calculada com base na população fixa por turno e no nível de risco (carga de incêndio) da planta;

●     Nível de treinamento: ele é adaptado para o tipo de atividade da empresa (uma indústria química exige um treinamento muito mais profundo que um centro logístico, por exemplo).

 

O risco para o TST: Se a fiscalização ou uma auditoria de seguro constatar que o número de brigadistas é insuficiente ou que o certificado de treinamento está vencido, a empresa pode ser multada e o seu AVCB pode ser invalidado.

 


Além do papel: o treinamento como gestão de risco


Um erro comum é tratar o treinamento de brigada como uma mera formalidade burocrática. É aqui que entra a provocação: até que ponto sua empresa está segura com um treinamento "teórico" de poucas horas?

 

Lembre-se do incêndio na Catedral de Notre Dame ou de grandes plantas industriais que sofreram perdas totais. Em muitos casos, o sistema de combate estava lá, mas o tempo de reação humana foi lento ou inadequado.

 

Um treinamento de brigada de incêndio de alta performance deve focar em:

  1. Conhecimento da planta: o brigadista deve conhecer cada registro, bomba e saída de emergência do seu setor específico;

  2. Psicologia da emergência: saber como liderar uma evacuação sem gerar pânico;

  3. Primeiros socorros: essencial para estabilizar vítimas antes da chegada do socorro médico, reduzindo passivos trabalhistas e salvando vidas.


Compliance de segurança: o treinamento como proteção jurídica


O treinamento em questão ainda é uma ferramenta de blindagem jurídica. Em caso de qualquer sinistro, a primeira coisa que a perícia e a seguradora irão solicitar, além do AVCB, são os registros de treinamento da brigada.

●     Segurança para os gestores: demonstrar que a empresa investiu em treinamento de qualidade protege os diretores de acusações de negligência;

●     Continuidade de negócio: brigadistas bem treinados conseguem extinguir princípios de incêndio em segundos, antes que eles se tornem incêndios fora de controle que param a fábrica por meses.


Integração com outros serviços de proteção contra incêndios


O treinamento de brigada não deve ser um evento isolado. Ele faz parte de um ecossistema de conformidade que a Casa Castilho ajuda a gerir. Para garantir 100% de segurança, além do treinamento devem ser realizados:

 

●     Manutenção de SPDA (para-raios): os brigadistas devem saber como agir em tempestades e identificar falhas visíveis no sistema;

●     Plano de abandono: realização de simulados periódicos que testam se o projeto de sinalização e saídas de emergência (aprovado no PPCI) realmente funciona na prática;

●     Laudos de elétrica: treinar a brigada para identificar sinais de sobrecarga em painéis elétricos pode evitar o curto-circuito que iniciaria o incêndio.


O diferencial Casa Castilho: somos a solução completa


Realizamos todos os serviços necessários para aprovação do AVCB e garantimos a segurança dos seus colaboradores. E assim como na execução de obras, sabemos que você não pode parar sua produção para treinar 50 colaboradores simultaneamente. Nossa abordagem de treinamento segue o compromisso de não travar a operação:

 

●     Flexibilidade de horários para treinamento (podendo ser realizado no turno e dia que menos interfira em sua empresa);

●     Instrutores especialistas em ambientes de alto risco;

●     Certificação.


Escolha agora a Casa Castilho para treinar sua equipe


O treinamento de brigada de incêndio é o investimento com o maior retorno sobre a segurança de uma empresa. Equipamentos protegem o prédio, mas pessoas treinadas protegem o futuro do negócio.

 

Não permita que a segurança da sua empresa dependa da sorte. Transforme o seu pessoal em uma linha de defesa profissional e garanta que sua conformidade técnica seja acompanhada pela excelência humana.

 

A Casa Castilho oferece auditorias de conformidade e treinamentos personalizados para grandes plantas industriais. Garanta que sua equipe seja um ativo de segurança, não um risco de compliance. Conheça nossos treinamentos agora mesmo!

 

Perguntas Frequentes (FAQ)


1. O treinamento de brigada de incêndio é obrigatório para todas as empresas?

Sim, de acordo com a NR-23 e as legislações estaduais, ele é obrigatório para edificações com área superior a 750m². É um requisito essencial para obter e renovar o AVCB.

 

2. Quais são os riscos de manter a brigada com treinamento vencido?

A empresa fica sujeita a multas pesadas, invalidação do AVCB e, principalmente, à perda da cobertura do seguro. Além disso, gestores podem responder civil e criminalmente por negligência em caso de acidentes.

 

3. Como é definido o número de brigadistas na minha unidade?

O dimensionamento é técnico e calculado com base na população fixa por turno de trabalho e no nível de risco (carga de incêndio) da planta, seguindo as Instruções Técnicas (ITs) do Corpo de Bombeiros local.4. Como é definida a carga horária do curso?

Tal qual o tópico anterior, o dimensionamento é técnico e calculado com base na população fixa por turno de trabalho e no nível de risco (carga de incêndio) da planta, seguindo as Instruções Técnicas (ITs) do Corpo de Bombeiros local.

 

5. Vou precisar parar a produção para treinar meus colaboradores?

Não. A Casa Castilho oferece total flexibilidade de horários para treinamentos, realizando os treinamentos em turnos alternados ou períodos de menor atividade, garantindo que a segurança avance sem interromper a sua operação.

 

6. O que deve ser abordado em um treinamento de brigada de alta performance?

Muito além do uso de extintores, o treinamento deve focar no conhecimento específico da planta (registros e bombas), psicologia de emergência para liderar evacuações e técnicas de primeiros socorros.

 

7. Como o treinamento de brigada ajuda no compliance da empresa?

Ele serve como uma blindagem jurídica. Em caso de sinistro, os registros de treinamento comprovam que a empresa investiu em segurança e prevenção, sendo documentos cruciais para auditorias e perícias de seguradoras.8. Onde é realizado o treinamento?

O treinamento ministrado pelos profissionais da Casa Castilho são realizados in-loco, ou seja, na própria empresa que contratou os serviços, pois assim, os colaboradores conhecerão na prática como se comportar em uma situação de emergência.


8. Minha equipe já realizou o treinamento, precisamos repeti-lo?

Os treinamentos de NR-23 tem por padrão a duração de 1 ano, porém, para os colaboradores certificados anteriormente (e somente eles), poderão realizar um treinamento de duração menor, chamado de “reciclagem”. Porém, se pelo menos uma pessoa no grupo não realizou o treinamento anteriormente, o ideal é realizar o treinamento completo para todos.

 
 
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